Onde anda Dorival Goldon?

“Quando cheguei em Itaipu, em 1987, a obra já estava bem adiantada, menos a área de telecomunicações. Eu participei da implantação da rede de telecomunicações – telefonia e radiocomunicação da empresa”, conta Dorival Goldon.

Natural de Abelardo Luz/SC, Dorival veio ainda pequeno para o município de Três Barras do Paraná/PR, cresceu, e ao completar 18 anos, em 1978, foi trabalhar na Usina Hidrelétrica de Foz do Areia, seu primeiro registro em carteira. Depois foi para a Usina Hidrelétrica de Emborcação, na divisa dos estados de Goiás e Minas Gerais, e no início de 1982 foi para Foz do Iguaçu, trabalhar na Itamon, empreiteira prestadora de serviços da Itaipu. Esse foi seu primeiro contato com a empresa, mas ficou só três anos, pois em 2 de dezembro de 1985 foi para a Telepar – Telecomunicações do Paraná, onde ficou até agosto de 1987. “Ali fiz vários cursos e aprendi bastante”, conta Dorival, que em 1º de setembro de 1987 voltou para a Itaipu como Assistente Técnico da Diretoria Geral, cargo que ocupou até 4 de janeiro de 2016, quando se aposentou.

“Eu sempre trabalhei com telecomunicações, e sempre gostei”, diz ele, que amava trabalhar na Itaipu. “Foi o melhor lugar que trabalhei na vida, e agradeço por isso. Minha área de trabalho era ótima, o ambiente de trabalho era muito bom, de confiança. Éramos em dez na equipe, e além de colegas de trabalho, éramos amigos, todos comprometidos. Disso eu tenho saudades”. Mas apesar da saudade, Dorival revela ter um perfil prático: “quando sai da empresa, a empresa também saiu de mim”.

Família

Aposentado há três anos, Dorival continua trabalhando, porque acha que a pessoa tem de ser útil e ter motivação para viver. Porém, em outro cargo, o de “marido de aluguel”. Faz reformas em geral, parte elétrica e hidráulica, a diferença é que agora ele tem liberdade de horário, e já está bem acostumado à nova vida. Além de trabalhar, seu hobby é jogar sinuca e curtir a netinha.

Dorival tem bela família. Ele e Anilda casaram-se em maio de 1985 e tiveram três filhos que lhes deram dois netos, o Samuel de dez anos e a Giovana, que acabou de completar um ano. “Felipe é o mais velho, pai da Giovana e também trabalha na Itaipu, e Elicléia é mãe do Samuel. Os dois moram em Foz, apenas Daniel está solteiro, atualmente morando nos Estados Unidos”, conta Dorival.

Fibra

Aqui temos uma história diferente da maioria. Dorival aderiu à Fibra logo que foi criada, só que depois saiu, mas se arrependeu e logo voltou. “É quando é gente é mais novo acaba ouvindo uns “cabeças de bagre” e faz umas bobagens. Mas graças a Deus acabei voltando. A Fibra hoje é o meu porto seguro”, diz ele. Sonho Hoje aos 59 anos, Dorival vive muito bem, tem boa saúde e planos para o futuro. “Um futuro bem próximo. Estou me preparando para em 2020 conhecer o deserto do Arizona e o Parque de Yellowstone, nos EUA. E se meu filho ainda estiver por lá, vou visita-lo”, finaliza.